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		<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
		<link>http://ricardocavalcanti.maisblog.net/Primeiro-blog-b1.htm</link>
		<description>Seu primeiro blog</description>
		<lastBuildDate>Sat, 20 Mar 2010 05:14:26 GMT</lastBuildDate>
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			<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
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		<title>Ser adulto</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-05-16T05:16:45Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;line-height: 150%&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#434343&quot;&gt;&amp;quot;Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ‘Ah, terminei o namoro… ‘&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ‘Nossa, quanto tempo?’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ‘Cinco anos… Mas não deu certo… Acabou’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É não deu…?&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;line-height: 150%&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#434343&quot;&gt;Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não temos esta coisa completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo nós não temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pele é um bicho traiçoeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o beijo é importante… E se o beijo bate… Se jogue… Senão bate… Mais um Martini, por favor… E vá dar uma volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro tem o direito de não te querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não lute, não ligue, não dê pití.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de drama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O legal é alguém que está com você por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vice versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fique com alguém por dó também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou por medo da solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que pula de um romance para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostar dói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz parte. Você namora outro ser, outro mundo e outro universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem sempre as coisas saem como você quer…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quer se envolver namore uma planta. É mais previsível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida e no amor, não temos garantias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem todo sexo bom é para namorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo beijo é para romancear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim… Quem disse que ser adulto é fácil?&amp;quot;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;line-height: 150%&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#434343&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;line-height: 150%&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#434343&quot;&gt;Autora: desconhecida&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Presente de grego para os 110 anos!</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-05-14T12:02:39Z</pubDate>
		<description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que o trenador do Vitória, Carpegiani, acha que futebol é gincana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bida na lateral direita, Jackson na lateral esquerda, Luciano Almeida como terceiro zagueiro, Apodi como ponta esquerda... o que é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falha como a de Luciano Almeida, no primeiro gol do Vasco, é coisa de futebol profissional? Será que não tem nenhum jogador nas categorias de base que possa jogar no lugar da piada, jogador de baba, Neto Baiano? Por que não começou com Robinho, no lugar de Luciano Almeida, Apodi na lateral direita, Bida no meio e com o menino Adriano? Será que continuaremos sofrendo o resto do ano com atacantes como Neto Baiano e Washington? Continuaremos contratando jogadores de meio campo, ao invés de laterais e atacantes? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser goleado por um time de segunda divisão, com jogadores barqueiros, é muito complicado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou acreditando que teremos que esperar mais 110 anos para que esse time respeite o torcedor e tome vergonha na cara!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vasco 4 X 0 Vitória!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais  à declarar! &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Encerrando Ciclos</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-05-13T01:02:13Z</pubDate>
		<description>&amp;quot;Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final... Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adia nte, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora... Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do &amp;quot;momento ideal&amp;quot;. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;um hábito não é uma necessidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapa cidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és...E lembra-te:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.pensador.info/autor/Fernando_Pessoa/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#0068cf&quot;&gt;Fernando Pessoa&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Relato</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-05-07T11:12:34Z</pubDate>
		<description>&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Continuo minha peregrinação pelas ruas. Ando sem rumo, não sei mais o que olhar, o que sentir, o que cheirar. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Cheiro?&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot;&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Será que eu ainda sei o que é? Será que é algo positivo, gostoso, bom? Os únicos cheiros que sinto são o do meu corpo labutado, ferido, da minha relenta roupa e do cão que insiste em me acompanhar... cão esse que sou eu mesmo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Estou muito cansado e faminto. Sinto minha respiração ofegante... acho que é ela, sim, é ela! É a solidão apertando o meu peito e o meu corpo.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Sem me dar conta vejo que a escuridão se apoderou do dia. As pessoas agora são outras, as roupas também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temperatura baixou. O vento sopra forte, sinto um tremor gélido. Vou caminhando fechado e lento, em busca de algum abrigo. As pessoas me observam, uns com olhar desdenhoso, outros com olhar condenador. Vou para o meu canto quente...agora sou eu quem observa.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;As pessoas sorriem, brincam, bebem, comem, mas quase nada sentem. Elas não vêem o perigo de estar vivo, vivem cercadas por uma luz que insiste em piscar, avisando e alertando sem parar. Percebo que existem alguns lúcidos, passam pela alienação para não enlouquecer, mas a grande maioria sustenta seus austeros perfis, vive numa realidade artificial, em uma incessante busca pelo efêmero gozo, assim cravando seu burotrágico destino, sem nem sequer perceber.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O frio aumentou.&lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt; &lt;/font&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Já vou indo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; font-family: &#039;Times New Roman&#039;,&#039;serif&#039;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regressarei ao meu úmido curral, lá encontrarei pessoas da minha raça, órfãos sociais com declaração de mortos, como eu, e onde eu encontro o equilíbrio e a verdadeira paz&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;</description>
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		<title>Palavra (en) Cantada</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-05-07T10:52:55Z</pubDate>
		<description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Estava eu numa tarde de sábado, pós almoço, quando recebi a ligação de minha amiga-cunhada, Mariana, dizendo que queria muito ir no cinema e que tinha lido algo sobre um filme. Ela me mandou o link com a sinópse e, sem titubear, escolhemos o filme. Liguei para mais dois amigos e o horário mais conveniente para todos era no inicio da noite, sendo que esse horário só tinha no cinema do museu de geologia, na Vitória. O cinema do museu é um dos lugares mais lindo e agradáveis para se apreciar um filme, pois é uma sala de arte, tem uma combinação de diversar pedras na sua arquitetura, varanda, lanchonete e um grande móvel para que as pessoas possas disfrutar de uma boa conversa e de um bom café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme era &amp;quot; Palavra (en) cantada&amp;quot;, dirigido por Helena Solberg, um documentário de longa-metragem, relacionando nossa música (brasileira), com toda sua diversidade e história, com a nossa poesia, riquissima em cores e sentidos. O filme é muito sensível e traz, de maneira não acadêmica (quebrando o paradigma de que palavra é acessivel, compreendida e sentida por poucos),depoimentos de grandes intérpretes da nossa música como Chico Buarque, Adriana Calcanhoto, Lenine, Arnaldo Antunes, BNegão, Jorge Mautner, Lirinha, Tom Zé, Black Alien, dentre outras grandes referencias nacionais. O documentário navega do Hip hop à Bossa Nova, da MPB ao Samba, das favelas ao calçadão de copacaba, dos morros paulistanos ao nordeste brasileiro. Navega também em poemas de João Cabral de Melo Neto, Fernando Pessoa, Hilda Hilst. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Palavra (en) cantada&amp;quot; faz com que o público tenha picos de emoção: ria, chore, sofra, tenha esperança e se orgulhe da imensa e bela diversidade cultural do nosso lindo e sofrido país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigatório para todos!!!! &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.saladearte.art.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.palavraencantada.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ricardocavalcanti.maisblog.net/Primeiro-blog-b1/Palavra-en-Cantada-b1-p3.htm</guid>
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		<title>Mais uma, Vitória?</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-05-07T09:14:19Z</pubDate>
		<description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Desde o início do dia todos aqui em casa falávamos do jogo do Vitória contra o Atlético MG. Passamos todo o tempo vibrando e confiantes de uma grande partida. Estávamos motivados pela conquista do tri-campeonato baiano (mesmo sabendo que ganhar esse campeonato é mais obrigação do que mérito), pensando no jogo como algo fácil, pois tínhamos uma larga vantagem (3gols) sobre o adversário. A certeza de triunfo era tão forte que já pensávamos na próxima batalha, e ja imaginávamos o próximo oponente a ser abatido, o Vasco da Gama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Vitória entrou com campo com a formação 5-4-1, jogando com 3 zegueiros, 2 laterais, 3 volantes, 1 homem de ligação e 1 atacante. Quando vi essa escalação já senti que algo de errado estava por vir, pois tínhamos uma vantagem de 3 gols (sendo que n tomamos nenhum gol em casa) e 1 gol feito obrigaria o Atlético MG à fazer 5 gols para se classificar, pois na regra da Copa do Brasil, gol marcado fora de casa é critério de desempate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O time desde o inicio da partida se mostrou lento, tenso e sem confiança. Obviamente que jogar contra um time tradicional do futebol brasileiro, no Mineirão, não é nada fácil, mas será que o Vitória deveria levar isso em consideração, sendo que o Atlético vinha de uma crise, perda do campeonato mineiro, 9 gols sofridos e 1 feito, em 3 jogos, mudança de técnico? Será que não seria interessante partir para cima, tentar fazer um gol para definir a classificação e depois se fechar todo?  Acho que o treinador Capegiani não percebeu o critério da Copa do Brasil, esqueceu da qualidade mediana do elenco que tem e demonstrou medo da equipe adversária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jogo começou e, como esperado diante da escalação do Vitória, o Atlético MG partiu para cima com muita ferocidade. Aos 23min fez o primeiro gol e continuou pressionando o tempo inteiro, sendo que o Vitória só havia chegado em um momento, com uma cobrança de falta de Ramon, sem muito perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo tempo o Vitória continuou com a mesma postura defensiva, com uma defesa confusa, meio campo apagado e o atacante Neto Baiano (que será citado na sequência) isolado na frente, e tome pressão dos mineiros. Já esperávamos uma reação do treinador, pois, do jeito que a coisa estava, o gol do Atlético MG era uma questão de tempo. Foi aí que ele surpreendeu a todos. Simplesmente sacou do time o único jogador lúcido e o mais competente do time, Ramon, colocando um menino novo, Adriano (bom jogador), para se aproximar do protótipo de atacante (Neto &amp;quot;Chorão&amp;quot; Baiano), desorganizando mais ainda o setor de meio campo do time. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num desses lances inesperádos, o menino que acabara de entrar em campo, fez uma grande jogada, num contra-ataque, e numa troca de passe com o protótipo de atacante, sofreu o penalti. Nesse momento, tudo que o time precisava estava acontecendo, um gol naquela altura do jogo decretaria a classificação do time, sem mais preocupações, pois poderia ser goleado por até 4 à 1. Mas, com a saída do cobrador oficial do time, Ramon, o dito atacante, glorificado por ser um dos artilheiros do Brasil ( pois só jogou com time sem expressão como o Bahia, Colo-colo, Itabuna, Feirense, Fluminense de Feira, dentre outros), teve a audácia de pegar a bola para cobrar a penalidade. Por que não deram a bola para Bida? Por que o prórpio Viávara não cobou? Mas não, o artilheiro do Brasil foi cobrar, e aí, displiscente, desatento e sem talento, cobrou à meia altura, nas mãos do goleiro Juninho, aos 16 minutos do segundo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após esse fato patético, com o apoio da torcida e com um elenco mais forte do que o do Vitória, o Atlético MG, partiu para cima e, aos 19 minutos do segundo tempo, numa bola levantada  na área, Welton Felipe (Quem?), conseguiu ficar sozinho diante da multidão de defensores sem competência do vitória, e marcou o segundo gol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí ja viu, não é mesmo? 19 minutos do segundo tempo, sem o melhor jogador do time em campo e 2 à 0 no placar, era só rezar para a tragédia não ser pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo dando errado, desde a escalação do time, o treinador resolveu sacar uma das grandes esperanças do time, Apodi, que vinha fazendo uma péssima partida, e colocou outro lateral, Bosco, que acabou tendo uma boa participação no jogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando, o Vitória continuava dominado, e o treinador resolve colocar Washington (outro jogador de pouca qualidade, mais um lado b do futebol paulista que o vitoria acolhe, como uma boa mãe), no lugar de Jackson, que também esteve apagado no jogo. Aí eu pergunto, por que o treinador não tirou Carlos Alberto, ao invés de Ramon, para colocar Adriano? Por que ele insistiu tanto na lentidão e limitação daquele rapaz que se diz atacante, que chora e que se acha craque, Neto Baiano? Por que não tentou definir a classificação no primeiro tempo e depois se fechou? O que será que acontece com esse time em momentos de decisão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, com todas essas lambanças do treinador, a postura do time continuou a mesma e num lance imbecil, um &amp;quot;atleta profissional de futebol&amp;quot; chamado Uelliton, que ja tinha cartão amarelo, simplesmente arremeçou a bola para longe após uma falta, com o lance parado, e, amadoristicamente recebeu o cartão vermelho, dificultando mais ainda qualquer tipo de reação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 40 minutos do segundo tempo, em mais uma bola na área do Vitória, e mais um distúrbio mental da retaguarda rubro-negra, o galo fez o terceiro gol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, todas as esperanças já tinham ido embora, e, por sorte, por falta de competência do AtléticoMG, e por uma boa atuação do goleiro Viáfara, o jogo terminou, no tempo normal, em 3 à 0, levando a partida para as grandes penalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todos nós sabemos, penalti é uma grande loteria e o fator sorte influencia muito no resultado. O Vitória partiu para as cobranças sem seu melhor batedor, Ramón, e totalmente abalado depois de uma partida vergonhosa e um bombardeio atleticano. Já o Atlético, partiria para as penalidades super motivado depois de conseguir tirar a imensa vantagem, de ter feito uma grande partida e o goleiro Juninho mais ainda depois de pegar um penalti no segundo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí entra a magia do futebol e o que o torna mágico. Inesperadamente e injustamente (por conta das circunstancias da partida), o vitória concluiu em gol as suas 5 cobranças e o goleiro Viáfara consegue defender a quinta e última cobrança do time mineiro, classificando o time para as quartas de finais da Copa do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do que vi hoje, eu termino esse texto fazendo algumas perguntas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que será de nós na sequência dessa competição? O que será de nós no dificil e longo campeonato brasileiro? O que faremos na Taça Sulamericana? Até quando teremos jogadores como Neto Baiano, Uelliton, Carlos Alberto, Walace, Luciano Almeira, etc, em nosso elenco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando teremos essa postura provinciana e passaremos por esse tipo de humilhação??!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
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